- O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, se opôs à marcha de 110 mil pessoas em Londres, convocada pela extrema direita.
- Starmer afirmou que a bandeira britânica representa diversidade e não deve ser usada para promover violência e divisão.
- A manifestação, que teve o lema “Unir o Reino”, resultou em 24 prisões e 26 agentes da polícia feridos.
- Mais de 1.000 policiais foram mobilizados para controlar os confrontos entre manifestantes e a polícia.
- Uma contramanifestação antirracista ocorreu simultaneamente, evidenciando a polarização sobre imigração e segurança no país.
O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, se manifestou contra a marcha de 110 mil pessoas realizada em Londres no último sábado, que foi convocada pela extrema direita, liderada por Tommy Robinson. Em suas redes sociais, Starmer afirmou que a bandeira britânica “representa a diversidade” e destacou que a Grã-Bretanha é uma nação construída sobre a tolerância e o respeito. Ele enfatizou que não permitirá que a bandeira seja usada como símbolo de “violência, medo e divisão”.
A manifestação, que teve como lema “Unir o Reino”, gerou confrontos com a polícia, resultando em 24 prisões e 26 agentes feridos. A polícia de Londres mobilizou mais de 1.000 agentes para controlar a situação, enfrentando tentativas de ruptura dos cordões de segurança por parte dos manifestantes. Starmer declarou que a violência contra os policiais é inaceitável e que todos têm o direito de protestar pacificamente.
O evento, que também contou com a participação de figuras de extrema direita, como Elon Musk e Steve Bannon, foi parte de um verão marcado por protestos anti-imigração no Reino Unido. Os manifestantes expressaram sua insatisfação com o governo de Starmer, pedindo sua renúncia e defendendo a “liberdade de expressão”. Paralelamente, uma contramanifestação organizada por um grupo antirracista ocorreu, refletindo a polarização crescente sobre questões de imigração e segurança no país.
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