- Em janeiro, 49% desaprovam o governo, 47% aprovam e 3% não souberam ou não responderam; variação está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.
- Nordeste apresentou salto na aprovação: 67% aprovam o governo, ante 57% em dezembro.
- No Sudeste e no Sul houve aumento da desaprovação nesses recortes regionais.
- Foram ouvidas 2.004 pessoas entre 8 e 11 de janeiro, em entrevistas presenciais; margem de erro é de dois pontos percentuais; estudo registrado no Tribunal Superior Eleitoral com o código BR-00835/2026.
- Na avaliação do governo, 39% têm avaliação negativa, 32% positiva e 27% regular, com variação dentro da margem de erro em relação a dezembro.
A Quaest, em parceria com a Genial Investimentos, divulgou nesta quarta-feira 14 uma pesquisa sobre a aprovação ao governo e ao presidente Lula, no início de 2026. O levantamento ouviu 2.004 pessoas entre os dias 8 e 11 de janeiro, por entrevista presencial. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
Os números mostram aprovação e desaprovação quase estáveis em relação a dezembro. Em janeiro, 47% dos entrevistados aprovaram o governo e 49% o desaprovaram; 3% não souberam ou não responderam. A variação em relação ao mês anterior ficou dentro da margem de erro.
Regionalmente, o resultado mais expressivo ocorreu no Nordeste, onde 67% aprovam o governo ante 57% em dezembro. Já no Sudeste e no Sul houve queda relativa na avaliação positiva, com aumento da desaprovação nesses recortes.
Desempenho regional
Entre os dados, o Nordeste revela ganho significativo de aprovação, ampliando a base de sustentação de Lula. Em contraste, regiões mais urbanizadas registraram maior desaprovação desde o último diagnóstico.
O instituto aponta que, desde julho de 2025, a percepção pública acompanha a volatilidade causada por fatores externos, sem mudança brusca. A direção da Quaest afirma que, em um ambiente de polarização acentuada, a sensação de continuidade ainda não foi consolidada.
Avaliação do governo
Quando questionados sobre o governo, 39% avaliaram de forma negativa, 32% de modo positivo e 27% consideraram regular. Os dados de janeiro permaneceram dentro da variação observada entre dezembro e janeiro.
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