- Pesquisa Genial/Quaest aponta empate técnico no Pará no primeiro turno: Daniel Santos, 22%, e Hana Ghassan, 19%, com margem de erro de três pontos percentuais.
- Ainda no primeiro turno, Mario Couto aparece com 11%, Cleber Rabelo com 3% e Araceli Lemos com 2%; 30% são indecisos e 13% votariam em branco, anulariam o voto ou não iriam às urnas.
- Em eventual segundo turno, Santos tem 24% e Ghassan 22%, mantendo o empate, com 33% não sabendo em quem votar ou pretendendo votar nulo/branco.
- A pesquisa mostra que apenas 31% dos eleitores declararam voto definido, enquanto 67% alegaram poder mudar de candidato durante a campanha.
- A aprovação da gestão de Helder Barbalho (MDB) é de 63%, 27% desaprovam e 10% não souberam/responderam; levantamento com 900 eleitores entre 21 e 25 de abril, conforme o TSE.
A Genial/Quaest divulgou pesquisa sobre a disputa pelo governo do Pará, realizada entre 21 e 25 de abril. O levantamento aponta equilíbrio entre os candidatos no primeiro turno, com indícios de empate técnico entre Daniel Santos e Hana Ghassan. A margem de erro é de três pontos percentuais.
No primeiro turno, Daniel Santos aparece com 22% das intenções de voto, seguido por Hana Ghassan, com 19%. Mario Couto soma 11%, Cleber Rabelo 3% e Araceli Lemos 2%. Indecisos chegam a 30%, e 13% pretendem votar em branco, anular o voto ou não comparecer às urnas.
Cenário no segundo turno e nível de indecisão
Em um eventual segundo turno, Santos tem 24% e Ghassan 22%, dentro da margem de erro, mantendo o empate técnico. Ainda neste recorte, 33% dos entrevistados não sabem em quem votar ou pretendem voto nulo ou branco, evidenciando incerteza no pleito.
Estabilidade de voto e avaliação de governo
A pesquisa aponta que apenas 31% afirmam ter voto definido, enquanto 67% podem mudar de posição ao longo da campanha. O governo de Helder Barbalho, MDB, é aprovado por 63% dos entrevistados, desaprovado por 27% e 10% não souberam ou não responderam.
Metodologia e amostra
Foram ouvidos 900 eleitores no Pará. O levantamento segue diretrizes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os resultados refletem o cenário atual da disputa e o grau de incerteza entre os eleitores.
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