- Universidade de São Paulo e o Ministério de Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar fecharam parceria para criar um sistema de cadastro multifinalitário com uso de IA, integrando dados do ministério.
- A solução permite consultar dados em linguagem natural, em português, simplificando o acesso a informações sem precisar desenvolver novos programas.
- Segundo a professora Fatima Nunes, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades, o sistema transforma solicitações em informações, apresentando resultados em gráficos, tabelas e mapas.
- O projeto é uma ação conjunta entre academia e governo, com participação da Escola Politécnica da USP e apoio do ministério, que busca aproximar as relações com universidades.
- Em fase inicial, o protótipo está sendo testado apenas pelos pesquisadores e pelo ministério, com perspectiva de ampliar o uso se os resultados forem positivos, para apoiar a formulação de políticas públicas.
Neste projeto, a União entre academia e governo desenvolve um sistema de cadastro multifinalitário que utiliza IA para reunir dados de forma rápida e integrada. A iniciativa envolve pesquisadores da USP e o Ministério de Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
A proposta é facilitar a tomada de decisões em políticas públicas. A solução, baseada em IA generativa, busca apresentar dados em linguagem natural, gráficos e mapas, simplificando o acesso a informações de diferentes bases ministeriais.
Parceria entre universidade e governo
A cooperação reuniu a USP e o ministério, promovendo uma aproximação entre as partes. Um professor da Escola Politécnica afirma que a ideia partiu do governo, que pretende ampliar o uso de tecnologias modernas nas políticas públicas.
O engenheiro Gabriel Cozman ressalta que diversos ministérios demonstraram interesse em utilizar IA para extrair valor adicional dos dados. A iniciativa é apresentada como pioneira entre órgãos públicos.
Integração de dados
A meta é consolidar grandes volumes de informações sob um único cadastro. Segundo Rafael Testa, da Univesp, o sistema transforma dados em linguagem cotidiana e em recursos visuais úteis para análise, com acesso facilitado.
O objetivo é unificar bases de dados de diferentes setores, facilitando consultas. A abordagem prioriza transformar solicitações em retornos compreensíveis pelo usuário, com resultados em formatos acessíveis.
Fase de desenvolvimento
O projeto ainda está em fase inicial e passa por testes do protótipo. A ferramenta ficará restrita aos pesquisadores e ao ministério por ora, com possibilidade de expansão futura.
Segundo Fátima Nunes, a tecnologia pode acelerar a disponibilidade de informações para o ministério, ajudando na formulação de políticas sem depender de etapas longas de programação.
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