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Cleitinho amplia vantagem em MG com 35%, Pacheco tem 11%

Cleitinho Azevedo lidera MG com até 35% em cenário enxuto; indecisos e voto em branco mantêm disputa em aberto

Senador Cleitinho (Republicanos-MG) (Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado) - Rodrigo Pacheco (PSD-MG), ex-presidente do Senado Federal (Foto: Jonas Pereira/Agência Senado)
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  • A pesquisa Genial/Quaest de 2026 para o governo de Minas aponta Cleitinho Azevedo (Republicanos) na liderança em todos os cenários, mas sem definição clara.
  • Cenário com dez nomes: Cleitinho tem 30% das intenções de voto, Kalil 14% e Pacheco 8%; indecisos somam 13% e votos em branco, nulo ou não participar chegam a 20%.
  • Em cenário com oito candidatos, sem Kalil e Roscoe, Cleitinho sobe para 35%, Pacheco fica com 11% e Mateus Simões (PSD) tem 5%.
  • Sobre alinhamentos políticos, 30% preferem candidato aliado ao presidente Lula, 28% a alguém próximo a Jair Bolsonaro, e 37% desejam um nome independente.
  • O levantamento ouviu 1.482 eleitores entre 22 e 26 de abril, tem margem de erro de três pontos percentuais e registro no TSE MG-08646/2026.

O levantamento Genial/Quaest 2026 para o governo de Minas Gerais aponta Cleitinho Azevedo (Republicanos) na liderança em todos os cenários testados. O resultado mostra vantagem ainda distante da definição, com indecisos em um contingente relevante e votos em branco/nulo também expressivos.

No cenário com dez nomes, Cleitinho aparece com 30% das intenções de voto. Kalil soma 14%, Pacheco 8% e os demais ficam abaixo de 4%. Indecisos somam 13% e 20% declararam votar em branco, nulo ou não participar.

Quando Kalil e Roscoe são retirados, Cleitinho sobe para 35% e Pacheco atinge 11%. Mateus Simões fica com 5%. O movimento indica absorção de parte dos votos disponíveis conforme a disputa se reduz.

A quadro, a preferência de alinhamento político também pesa. 30% dos eleitores preferem candidato aliado ao presidente Lula, 28% optariam por alguém próximo a Bolsonaro e 37% desejam um nome independente.

Alinhamento político

Essa distribuição evidencia que a maioria busca independência, enquanto um terço prefere apoio explícito a frentes de Lula ou de Bolsonaro. O resultado reforça o caráter disperso do campo e a possibilidade de mudanças ao longo da campanha.

Metodologia

A pesquisa ouviu 1.482 eleitores entre 22 e 26 de abril. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no TSE sob o nº MG-08646/2026.

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