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Ricardo Fernandes analisa ética e poder em Leviatã em estudo

Advogado analisa ética hobbesiana no Leviatã, conectando lei natural, contrato social e soberania à ordem civil e à convivência segura

O estudo relaciona razão, contrato social e soberania com base na ética civil.
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  • Ricardo Nascimento Fernandes, sócio do Fernandes Advogados, é autor do artigo científico A Ética no Leviatã de Hobbes, publicado pela revista Cognitio Juris.
  • O estudo analisa como ética, razão e poder soberano se articulam na obra Leviatã de Thomas Hobbes, conectando lei natural, contrato social, ordem e convivência civil.
  • A pesquisa sustenta que a ética hobbesiana não se baseia em virtudes tradicionais, mas em uma construção racional voltada à autopreservação e à paz, após superar o estado de natureza.
  • Por meio de revisão bibliográfica e análise crítica, o trabalho discute temas como medo, justiça, religião, educação e legitimidade política, destacando a ética como elemento político.
  • A publicação integra uma linha de estudos do autor sobre Hobbes que conecta filosofia, direito e teoria do Estado; o estudo completo está disponível no site da Cognitio Juris.

Ricardo Nascimento Fernandes publicou um estudo sobre ética e poder na obra Leviatã de Thomas Hobbes. O artigo, em formato científico, analisa como ética, razão e poder soberano se articulam na obra, conectando lei natural, contrato social e convivência civil.

O pesquisador é advogado e sócio do Fernandes Advogados. O estudo intitula-se A Ética no Leviatã de Hobbes e foi recentemente publicado na revista jurídica internacional Cognitio Juris, com foco na filosofia política moderna.

O trabalho propõe uma leitura da ética hobbesiana a partir da ideia de autopreservação e da busca pela paz, destacando a superação do estado de natureza e a instituição de um poder comum.

A pesquisa utiliza revisão bibliográfica e crítica aos textos de Hobbes e a comentadores contemporâneos. Aborda medo, justiça, religião, educação e legitimidade política, relacionando moralidade e condições de convivência segura.

Segundo o estudo, a ética em Hobbes não se ancora em virtudes clássicas, mas em uma construção racional voltada à ordem civil e à estabilidade do Estado.

A publicação integra uma linha de estudos do autor sobre Hobbes, com ênfase na interface entre filosofia, direito e teoria do Estado, especialmente a relação entre ética, contrato social e soberania.

O artigo está disponível na íntegra na Cognitio Juris, em português, e faz parte de uma pesquisa contínua sobre a obra de Hobbes e suas implicações para a teoria política.

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