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Tribunal revoga prisão preventiva de Raphael Sousa, dono da Choquei

Tribunal Regional Federal da 3ª Região revoga a prisão preventiva de Raphael Sousa Oliveira, dono da Choquei, por ausência de elementos; PF investiga lavagem de dinheiro acima de R$ 1,6 bilhão

Imagem colorida de Raphael Sousa Oliveira, dono da página Choquei e alvo da Operação Narco Fluxo - Metrópoles
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  • A prisão preventiva de Raphael Sousa Oliveira foi revogada pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região nesta quarta-feira, 13 de maio, e ele permanece sob custódia no Complexo Prisional Policial Penal Daniella Cruvinel, em Goiás.
  • A defesa afirma que não houve elementos concretos que justifiquem a continuidade da prisão, e que não há evidência de liderança ou participação direta dele em ilícitos imputados a terceiros.
  • A decisão ocorre após a prisão dele em operação da Polícia Federal deflagrada em 15 de abril, que investiga lavagem de dinheiro com movimentação superior a R$ 1,6 bilhão.
  • Na ação, foram presos os artistas MC Ryan SP e Poze do Rodo, além de o influenciador Chrys Dias figurar entre os alvos da investigação.
  • Segundo a PF, o grupo utilizava um sistema estruturado para ocultar valores por meio de empresas, terceiros e transações com criptoativos, com movimentações no Brasil e no exterior e transporte de dinheiro vivo.

Raphael Sousa Oliveira teve a prisão preventiva revogada nesta quarta-feira (13/5) pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região. O influencer, de 31 anos, estava detido no Núcleo Especial de Custódia do Complexo Prisional Policial Penal Daniella Cruvinel, em Goiás.

Segundo a defesa, a decisão reconheceu a inexistência de elementos concretos que justificassem a manutenção da prisão, destacando que o relatório não atribui ao réu papel de liderança ou de participação direta em ilícitos imputados a terceiros. A defesa ainda ressalta a ausência de risco demonstrado à investigação e à instrução processual, além de não haver denúncia formal até o momento.

Operação e alvos da PF

Raphael foi preso na operação deflagrada pela Polícia Federal em 15 de abril, que apura lavagem de dinheiro com movimentação superior a 1,6 bilhão de reais. A ação levou à detenção de cantores como MC Ryan SP e Poze do Rodo, além de envolver o influenciador Chrys Dias entre os alvos.

Conforme a PF, o grupo usava estrutura de empresas, terceiros e transações com criptoativos para ocultar valores. As investigações indicam movimentações no Brasil e no exterior, bem como o transporte de grandes quantias em dinheiro vivo.

Situação atual e próximos passos

A defesa afirma que não houve demonstração concreta de risco à investigação ou à aplicação da lei penal, reforçando a ausência de denúncia formal. A decisão de soltura não concluiu o caso, que segue sob acompanhamento judicial. Autoridades não confirmaram novas etapas do processo até o momento.

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