- Eduardo Bolsonaro negou ter recebido recursos de Daniel Vorcaro e classificou as alegações como “baboseira sem pé nem cabeça”.
- Ele disse que, se dinheiro do grupo Vorcaro pudesse ir para um fundo nos Estados Unidos, usado para compras, isso configuraria cadeia no país; citou o processo de green card.
- O ex-deputado está autoexilado nos Estados Unidos desde março do ano passado, buscando regularizar a situação migratória.
- Afirma não ter trocado mensagens por WhatsApp com Vorcaro nem possuir o telefone do empresário; a Polícia Federal deve investigar a hipótese.
- A família Bolsonaro, segundo ele, busca alinhar versões para evitar contradições públicas; pesquisas de opinion polling são mencionadas no contexto.
Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal, negou nesta sexta-feira a ideia de ter recebido recursos do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Ele classificou a hipótese como infundada e sem qualquer pé nem cabeça.
A defesa do ex-político afirma que o assunto é usado para desqualificar o clã Bolsonaro na vida pública. Em entrevista reproduzida pela Timeline, Eduardo criticou a menção a fundos e pagamentos que, segundo ele, não passam de montagem.
O ex-deputado está no exterior desde março do ano passado, em autoexílio nos Estados Unidos, buscando regularizar a situação migratória. Ele disse que, no processo de green card, apresentará informações aos órgãos competentes americanos.
Segundo Eduardo, o foco de defesa envolve também o relacionamento com o banco e procedimentos de conformidade nos EUA, justo para atender requisitos de status migratório. Ele classificou o tema como um fundamento sem substância.
As mensagens atribuídas a Vorcaro, reveladas pela imprensa, ganharam importância após vir à tona notícia de que a PF investigaria possíveis pagamentos. A apuração incluiu checagens sobre repasses ao clã Bolsonaro, segundo veículos.
Eduardo afirmou não ter mantido conversas por WhatsApp com Vorcaro, e disse não possuir o telefone do empresário. Ele repetiu que houve alinhamento de versões entre familiares para evitar contradições públicas.
A Defesa do caso sustenta que as informações divulgadas não refletem a realidade e que não houve participação financeira do empresário. Por ora, não houve confirmação de interferência externa nas ações políticas do clã.
O cenário político permanece marcado pela tensão entre dados de pesquisas e as denúncias envolvendo aliados próximos ao ex-presidente. Pesquisas recentes mostram cenários distintos para as candidaturas no cenário nacional.
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