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Lula diz que Trump pode se associar ao Brasil em terras raras

Lula busca parceria com os EUA na exploração de terras raras, mantendo a soberania brasileira e ampliando a pesquisa com as linhas do Sirius, em Campinas

18.05.2026 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante visita às quatro novas linhas de luz do CNPEM, na Rua Giuseppe Máximo Scolfaro, nº 10.000, Polo II de Alta Tecnologia de Campinas, Campinas - SP.Foto: Ricardo Stuckert / PR
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  • Lula afirmou que espera atrair os Estados Unidos para parcerias na exploração de terras raras no Brasil, sugerindo que Trump se associe ao país.
  • A declaração ocorreu durante a entrega de quatro novas linhas de luz síncrotron do acelerador Sirius, no CNPEM, em Campinas, interior de São Paulo.
  • O presidente reforçou que a exploração de minerais estratégicos deve ocorrer no Brasil, sob controle soberano do país.
  • As novas linhas devem ampliar a pesquisa em saúde, energia, agricultura, clima, nanotecnologia e novos materiais; o equipamento funciona como um “supermicroscópio” com 85% a 90% dos componentes produzidos ou desenvolvidos no Brasil.
  • A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, também esteve presente.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira, 18, que espera atrair os Estados Unidos para parcerias na exploração de terras raras em território brasileiro. A declaração foi feita durante agenda em Campinas, no interior de São Paulo.

Lula comentou a disputa entre Washington e Pequim e pediu que o presidente dos EUA, Donald Trump, se associe ao Brasil para avançar na exploração de minerais estratégicos, mantendo a soberania do Brasil sobre os recursos. O foco é explorar as terras raras sem abrir mão do controle nacional.

A fala ocorreu durante a entrega de quatro novas linhas de luz síncrotron do acelerador Sirius, instalado no CNPEM. O evento ocorreu em Campinas e reuniu autoridades, cientistas e gestores do centro de pesquisa.

Segundo o Planalto, as novas linhas ampliarão a capacidade de pesquisa brasileira em áreas como saúde, energia, agricultura, clima, nanotecnologia e novos materiais. O equipamento funciona como um supermicroscópio para analisar estruturas em escala atômica.

Entre 85% e 90% dos componentes do Sirius foram produzidos ou desenvolvidos no Brasil. A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, participou do evento ao lado de Lula.

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