- Lula afirmou que espera atrair os Estados Unidos para parcerias na exploração de terras raras no Brasil, sugerindo que Trump se associe ao país.
- A declaração ocorreu durante a entrega de quatro novas linhas de luz síncrotron do acelerador Sirius, no CNPEM, em Campinas, interior de São Paulo.
- O presidente reforçou que a exploração de minerais estratégicos deve ocorrer no Brasil, sob controle soberano do país.
- As novas linhas devem ampliar a pesquisa em saúde, energia, agricultura, clima, nanotecnologia e novos materiais; o equipamento funciona como um “supermicroscópio” com 85% a 90% dos componentes produzidos ou desenvolvidos no Brasil.
- A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, também esteve presente.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira, 18, que espera atrair os Estados Unidos para parcerias na exploração de terras raras em território brasileiro. A declaração foi feita durante agenda em Campinas, no interior de São Paulo.
Lula comentou a disputa entre Washington e Pequim e pediu que o presidente dos EUA, Donald Trump, se associe ao Brasil para avançar na exploração de minerais estratégicos, mantendo a soberania do Brasil sobre os recursos. O foco é explorar as terras raras sem abrir mão do controle nacional.
A fala ocorreu durante a entrega de quatro novas linhas de luz síncrotron do acelerador Sirius, instalado no CNPEM. O evento ocorreu em Campinas e reuniu autoridades, cientistas e gestores do centro de pesquisa.
Segundo o Planalto, as novas linhas ampliarão a capacidade de pesquisa brasileira em áreas como saúde, energia, agricultura, clima, nanotecnologia e novos materiais. O equipamento funciona como um supermicroscópio para analisar estruturas em escala atômica.
Entre 85% e 90% dos componentes do Sirius foram produzidos ou desenvolvidos no Brasil. A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, participou do evento ao lado de Lula.
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