Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Delegado afirma que casal criou versão falsa sobre morte de Henry

Polícia aponta agressões recorrentes; casal tentou encobrir a morte como acidente para evitar perícia no IML

Jairinho e Monique vão a júri popular por homicídio de Henry Borel - (crédito: Reprodução)
0:00
Carregando...
0:00
  • O delegado Edson Damasceno disse que Jairinho e Monique criaram uma versão falsa para ocultar agressões a Henry e evitar que a morte fosse investigada como crime.
  • A polícia afirma que as lesões no corpo da criança não seriam compatíveis com uma simples queda na cama, explicação repetida por Monique em depoimentos anteriores.
  • Jairinho tentou impedir que o corpo fosse encaminhado ao Instituto Médico Legal, buscando que a perícia não fosse realizada; o corpo acabou levado ao IML.
  • Damasceno afirmou que Monique já sabia das agressões antes da morte, mas manteve a versão de que Jairinho tinha boa relação com Henry.
  • Mensagens entre Monique, a babá e outras pessoas do convívio sugerem episódio em que Henry foi levado a um quarto por Jairinho semanas antes, e testemunhas relataram que ele saía mancando e com dor na cabeça.

Em segundo dia de julgamento de Jairinho e Monique Medeiros, a polícia apresentou relatos de que o casal criou uma versão falsa para encobrir agressões e impedir que a morte de Henry Borel fosse reconhecida como crime. O caso ocorreu no Rio de Janeiro, envolvendo o menino que faleceu em março de 2021.

O delegado Edson Henrique Damasceno, à época responsável pela investigação, afirmou que a versão de acidente doméstico não se sustenta diante das lesões observadas no corpo da criança. As informações revelam inconsistência nos depoimentos de Monique repetindo a narrativa de queda.

A perícia apontou ferimentos graves incompatíveis com uma queda simples, o que reforçou a linha de apuração da polícia. Damasceno relatou que Jairinho tentou impedir o encaminhamento do corpo ao Instituto Médico Legal, para que a morte não fosse periciada de imediato.

Monique Medeiros já sabia das agressões, segundo o delegado, e mesmo diante das marcas, manteve a versão de que Jairinho mantinha boa relação com Henry. O depoimento indica tentativa de minimizar o histórico de violência.

Mensagens entre Monique, a babá e outras pessoas do convívio familiar foram recuperadas, apontando episódios anteriores em que Henry teria sido levado a um quarto à força por Jairinho. Testemunhas também relataram que a criança mancamente saiu de um cômodo com dores na cabeça.

A investigação utilizou dados de celulares e relatos de testemunhas para sustentar a hipótese de agressões recorrentes antes da morte, ocorrida em março de 2021, segundo a polícia.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais