- Lula afirmou que falta pouco tempo para a Petrobras anunciar se encontrou petróleo na costa do Amapá, na Margem Equatorial, durante entrevista em Manaus.
- A Margem Equatorial é a principal nova fronteira exploratória da Petrobras, que vai do Rio Grande do Norte ao Amapá e inclui a bacia da Foz do Amazonas.
- A Petrobras foi autorizada pelo Ibama, em outubro de 2025, a perfurar um poço exploratório na Foz do Amazonas, na Margem Equatorial, para verificar petróleo e gás em escala comercial.
- O presidente destacou a Petrobras como referência mundial em prospecção em águas profundas e mencionou uma possível parceria com o México para exploração em águas profundas.
- Lula também informou que a Petrobras retomará perfurações no Polo Urucu, no Amazonas, com abertura de 18 novos poços, e associou investimentos em petróleo à exploração de minerais críticos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que falta pouco tempo para a Petrobras anunciar se houve a descoberta de petróleo na costa do Amapá, região conhecida como Margem Equatorial. A declaração ocorreu durante entrevista à Rede Amazônica, em Manaus, nesta quarta-feira (27/mai/2026). Lula disse que os estudos já foram realizados e que a Petrobras tem capacidade para atuar em águas profundas.
A Margem Equatorial abrange a faixa do Rio Grande do Norte ao Amapá, incluindo a bacia da Foz do Amazonas. A Petrobras recebeu licença do Ibama em outubro de 2025 para perfurar um poço exploratório na região, com a finalidade de confirmar a existência de petróleo e gás em escala comercial.
Avanços, parcerias e impactos
Lula informou que a Petrobras ocupa posição de referência em prospecção marítima e que a exploração na região pode levar desenvolvimento econômico para o Norte e para estados amazônicos. O presidente também citou possibilidade de cooperação com o México, mencionando interesse de parceria na exploração em águas profundas.
Ainda segundo o cronograma, a Petrobras retomará perfurações no Polo Urucu, no Amazonas, com abertura de 18 novos poços na região. O tema da Margem Equatorial tem gerado debates entre governo, ambientalistas e setor de petróleo, em razão de possíveis impactos ecológicos e de impacto econômico para a região.
Entre na conversa da comunidade