- Pesquisa Gerp aponta Flávio Bolsonaro à frente de Lula em hipotético segundo turno, com 44,7% versus 39,1%.
- A vantagem de Flávio era de três pontos na edição anterior; levantamento realizado entre 2 e 5 de junho tem margem de erro de 2,58 pontos.
- Em cenários de segundo turno, Lula fica à frente de Romeu Zema e de Ronaldo Caiado.
- No primeiro turno, a disputa aparece mais equilibrada: Flávio tem 35% e Lula, 34%.
- Rejeição: Lula aparece com 48% e Flávio, 42%; pesquisa ouviu 2 mil eleitores, com confiança de 95,55%, registrada no TSE como BR-01792/2026; custo de R$ 20 mil.
Uma pesquisa nacional divulgada pelo instituto Gerp aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) numericamente à frente em um eventual segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2026. O levantamento foi apresentado nesta terça-feira (9) e foi realizado entre 2 e 5 de junho no Brasil. O estudo tem margem de erro de 2,58 pontos percentuais.
Na simulação de segundo turno, Flávio Bolsonaro aparece com 44,7% das intenções de voto, e Lula soma 39,1%. A diferença de 5,6 pontos percentuais representa avanço do senador em relação à edição anterior, que apontava vantagem menor. O poder de decisão depende de cenários futuros e do andamento da campanha.
O instituto também simulou cenários em que Lula enfrenta o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD). Nesses cenários, Lula fica numericamente à frente dos dois adversários, sem detalhar margens específicas no estudo.
Na projeção para o primeiro turno, o quadro se mostra mais equilibrado. Flávio Bolsonaro obtém 35% das intenções de voto, enquanto Lula fica com 34%. A margem de erro permanece em 2,58 pontos percentuais.
A pesquisa também registrou índices de rejeição. Lula aparece com 48% de entrevistados que não votariam nele de forma alguma. Flávio Bolsonaro tem 42% de rejeição, segundo os dados.
A amostra totalizou 2 mil eleitores em todo o país, com nível de confiança de 95,55%. O estudo está registrado no TSE sob o número BR-01792/2026, conforme apuração da imprensa local. O custo da pesquisa foi de R$ 20 mil, financiado com recursos próprios da Gerp, e não houve uso de links externos nas informações.
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