O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) tornou o deputado estadual Lucas Bove (PL) réu em um segundo processo envolvendo a ex-mulher, a influenciadora Cíntia Chagas. A acusação aponta 10 episódios de descumprimento de medidas protetivas de urgência e tem início ligado a violência doméstica, mesmo após o fim do vínculo conjugal.
O julgamento do novo caso deve ocorrer em outubro deste ano. Por prevenção, a audiência pode ocorrer de forma virtual para evitar riscos ou constrangimentos à vítima e às testemunhas.
Parágrafo 4
Além do atual processo, Bove já responde a uma ação por violência doméstica contra Chagas durante o casamento, em 2024. O desdobramento jurídico inclui diversas acusações vinculadas à relação anterior.
Situação processual
A defesa de Bove sustenta que houve quebra da cadeia de custódia das provas e nega a autoria dos fatos. A Justiça, porém, afirma que as informações coletadas na investigação comprovam a atuação do deputado.
Isenção e contexto das medidas protetivas
Segundo a Justiça, as evidências foram consideradas suficientes para formalizar a acusação, ainda que, segundo o órgão, as condutas não caracterizem crime isolado. O descumprimento das medidas não pode ter tolerância, conforme o entendimento da defesa da vítima.
Posicionamento da defesa de Cíntia Chagas
A advogada da influenciadora afirmou que a acusação não responde apenas ao caso deles, mas ao conjunto de mulheres que denunciam violência. O objetivo é assegurar a efetividade da Lei Maria da Penha e a proteção da vítima frente a novas violações.
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