Uma erupção solar de grande intensidade mobilizou a comunidade científica ao provocar falhas temporárias em comunicações na Terra. Mesmo com a atividade intensa, a missão Artemis 2 permanece com calendário e riscos considerados aceitáveis pelas autoridades espaciais.
A erupção classificada como de classe X pode vir acompanhada de uma ejeção de massa coronal, que lança partículas carregadas ao espaço. Essas partículas podem afetar satélites, redes elétricas e sistemas de navegação, mas, segundo especialistas, não há indicativo de ameaça imediata à missão tripulada em curso.
A Artemis 2 envolve o uso do Space Launch System, o SLS, e a cápsula Orion, com quatro astronautas a bordo. A previsão é de cerca de 10 dias de missão, em órbita ao redor da Lua, sem contato com a superfície. Medidas de proteção contra radiação integram o projeto da nave.
O clima espacial é monitorado constantemente por agências especializadas. Em caso de aumento de radiação, entram em ação protocolos de abrigo e ajustes na operação da missão, para manter a tripulação segura durante janelas de maior atividade solar.
Fase histórica do programa, a Artemis 2 busca consolidar o retorno humano à Lua e servir de base para futuras expedições, incluindo possíveis missões futuras a Marte. A equipe de engenharia acompanha a evolução do ambiente espacial para confirmar o andamento dos planos.
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