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Robôs em momento ChatGPT: entenda as pinças utilizadas

Dexteridade robótica de Eka aposta em simulação com toque inteligente, possivelmente transformando fábricas, lojas e residências

Cambridge Massachusetts March 20 2026 One of the testing robots demonstrating its ability to pick up a raspberry...
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Eka, uma startup de robótica com sede em Kendall Square, Cambridge, Massachusetts, apresenta robôs com dexteridade avançada. Em demonstrações, as máquinas pegam itens variados, como caixas de purê e itens pequenos, com movimentos fluidos e precisos.

Os cofundadores Pulkit Agrawal, professor no MIT, e Tuomas Haarnoja, ex-researcher da Google DeepMind, descrevem a visão de alcançar destreza robótica real por meio de aprendizagem simulada. O objetivo é ampliar aplicações além de fábricas, para comércios, restaurantes e lares.

A empresa tem investido em grippers com tato e em um modelo de IA chamado visão-força-ação. Segundo os fundadores, o sistema aprende com simulações que incorporam física real, como massa e inércia, para transferir o aprendizado para o mundo real.

Desenvolvimento e abordagem

Durante a visita, o repórter observa uma linha de testes com nuggets de frango. Um robô precisa pegar os nuggets e colocá-los em caixas, variando entre movimentos ágeis e improvisação para objetos em movimento.

A equipe enfatiza que não divulga detalhes operacionais de treinamento, mantendo o método como vantagem competitiva. A aposta é que o aprendizado de várias situações simule melhora contínua na prática.

História e contexto da pesquisa mostram paralelos com projetos anteriores de simulação, como o Dactyl da OpenAI. A diferença central é que Eka busca fechar a lacuna entre simulação e ambiente real com maior robustez.

Os fundadores associam o progresso à ideia de que a dexteridade não é apenas uma questão de controle, mas de percepção tátil e resposta rápida a imprevistos. O objetivo é superar limitações anteriores de robótica prática.

O artigo cita ainda que outras startups seguem caminhos semelhantes, oferecendo dados em voz-alta sobre modelos que integram visão, linguagem e ação. Eka aposta em transferência de aprendizado mais confiável entre simulação e mundo real.

Em conclusão, Agrawal ressalta que o caminho não é apenas tornar robôs mais parecidos com humanos, mas superar limites de desempenho. A empresa aponta para avanços que podem impactar múltiplos setores, além de automatizar tarefas finas no dia a dia.

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