O whey protein ficou mais caro e ganha espaço como elemento no tratamento da obesidade, segundo especialistas. O aumento de preços atinge pacientes que utilizam o suplemento para emagrecimento, preservação muscular e saúde metabólica, em nível global.
O médico do HCFMUSP, Dr. Ramon Marcelino, alerta que quem usa GLP-1, como semaglutida e tirzepatida, precisa cuidar da massa magra. Com menos ingestão de alimento, a proteína adequada vira prioridade para evitar perda muscular.
O deslocamento de custo ocorre em um momento em que o whey protein tem relevância clínica: facilita a ingestão proteica com pouco volume. A elevaçao global da demanda pressionou a cadeia de produção e os preços.
Alternativas para suprir a proteína diária existem e devem ser avaliadas com orientação adequada. O objetivo é manter a meta proteica sem depender exclusivamente do whey, especialmente para quem reduz o apetite.
Sugestões comuns incluem ovos, peito de frango, iogurte grego com leite em pó, proteína isolada de soja, atum enlatado e tofu firme. A escolha depende de praticidade, digestibilidade e adesão à rotina.
Ao escolher substitutos, observa-se não apenas a quantidade de proteína, mas também como manter saciedade, facilidade de preparo e acompanhamento profissional. A proteína deixa de ser apenas estética e passa a exigir planejamento terapêutico.
Fonte citada: Portal EdiCase, com parecer do Dr. Ramon Marcelino. A notícia analisa o impacto económico e clínico do reajuste de preço e as alternativas para manter ingestão proteica adequada.
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