O ecossistema brasileiro de produção de conhecimento em Inteligência Artificial ganha destaque com pesquisas conduzidas pela USP. O CIAAM e o Instituto de Estudos Avançados avaliam o cenário nacional e desenvolvem ferramentas de acompanhamento.
Sob coordenação da professora Veridiana Domingos Cordeiro, o grupo da USP envolve ainda Alysson Mazoni e Enio A. Blay em estudo sobre atores, instituições e produtos ligados à IA. O objetivo é mapear o ecossistema.
Resultados preliminares foram divulgados em um site dedicado, que apresenta o mapeamento de pesquisadores, instituições, empresas e órgãos governamentais conectados à IA. A iniciativa busca dados em formato acessível.
Metodologia e fontes
A pesquisa utiliza bases bibliográficas e dados de projetos para identificar resultados. Artigos, dissertações, teses e relatórios aparecem como fontes centrais da cientometria aplicada.
Além disso, há integração com repositórios de agências financiadoras e bibliotecas universitárias para ampliar a visão sobre produção e uso do conhecimento em IA. A ideia é cruzar dados de várias fontes.
As bases brasileiras incluem o currículo Lattes, com descrições de produções científicas, e o Capes Dados Abertos, que categorizam áreas e desinam instituições. Esses dados permitem cruzamentos por DOIs e códigos identificadores.
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