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Terceira gravidez de Bruna Biancardi pode trazer complicações no parto

Especialistas dizem que parto normal após duas cesáreas pode ser viável apenas em casos bem selecionados, com avaliação individual e monitoramento adequado

Foto: Mais Novela
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  • Bruna Biancardi anunciou nova gestação, reacendendo a dúvida sobre parto normal após duas cesáreas.
  • Obstetras dizem que VBAC pode ser considerado em casos bem selecionados, desde que haja avaliação individualizada e estrutura hospitalar adequada.
  • Fatores avaliados: tipo de incisão uterina, posição da placenta, peso estimado do bebê, intervalo entre gestações e histórico de partos vaginais prévios.
  • Principais riscos do parto após cesárea incluem ruptura uterina e alterações placentárias, como a placenta acreta, com maior probabilidade conforme o número de cesáreas.
  • Planejamento reprodutivo e decisão sobre o tipo de parto devem ocorrer cedo, com monitoramento apropriado e equipe preparada para uma cesárea de urgência, se necessário.

Bruna Biancardi anunciou a sua terceira gravidez durante a Copa do Mundo, reacendendo a discussão sobre parto após cesáreas. Especialistas explicam que, após duas cirurgias, a possibilidade de um parto normal depende de avaliação individualizada.

A obstetra Dra. Lívia Del Monaco, especialista em Medicina Fetal, afirma que nem sempre a terceira gestação inviabiliza o parto vaginal. A decisão depende da história obstétrica, do tipo de incisão anterior, do intervalo entre gestações e das condições da mãe e do bebê.

O ginecologista Dr. Paulo Noronha destaca que o VBAC pode ser seguro em casos bem selecionados, desde que haja estrutura hospitalar preparada para intervenções rápidas. A escolha envolve critérios clínicos e um ambiente que permita monitoramento contínuo.

Entre os fatores avaliados estão o tipo de corte uterino, a posição da placenta, o peso estimado do bebê, o intervalo entre partos e a presença de partos vaginais prévios. O principal risco é a ruptura uterina, rara, porém potencialmente grave.

Para a decisão, a equipe médica enfatiza a necessidade de monitorização constante e de uma cesárea de urgência caso ocorram intercorrências. O objetivo é equilibrar segurança de mãe e bebê com a viabilidade do parto vaginal.

Quantos partos cesáreos são seguros não tem um número universal. Os especialistas alertam que cada cesárea aumenta o risco de aderências, sangramentos e alterações placentárias em futuras gestações.

Dr. Lívia ressalta que o espectro da placenta acreta é uma complicação associada a múltiplas cesáreas, com aumento de riscos em terceira, quarta ou quinta ciráreas. A complexidade cirúrgica também cresce com o tempo.

Dr. Noronha reforça que a decisão sobre a via de parto deve considerar o contexto individual, buscando sempre a maior segurança para mãe e bebê. O planejamento reprodutivo deve entrar na conversa desde cedo, segundo os especialistas.

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