- O alho contém alicina, composto que se forma ao cortar ou amassar o alho e que pode ser transferido para a água.
- Para liberar mais alicina, amasse ou corte o alho e aguarde cerca de 15 minutos antes de misturá-lo à água filtrada; é possível beber apenas a água, sem os pedaços.
- Para facilitar o consumo, é comum adicionar gotas de limão ou misturar com chá verde; o sabor pode ser forte para alguns.
- A alicina pode fortalecer o sistema imunológico, encurtar o tempo de algumas infecções e ajudar no controle da pressão arterial; os efeitos dependem de hábitos alimentares e de vida.
- Consumo excessivo pode causar azia, gases e desconfortos; pessoas com trombose, problemas de coagulação ou pressão baixa devem evitar ou consultar um médico antes de consumir regularmente.
O alho é rico em compostos bioativos, especialmente a alicina, formada ao cortar, picar ou amassar o alimento. A substância é alvo de estudos sobre seus possíveis impactos à saúde.
Segundo a nutricionista Patrícia Leite, para transferir mais alicina para a água, o alho deve ser amassado ou picado e descansar cerca de 15 minutos antes de ser misturado à água filtrada. O consumo pode incluir apenas a água, sem os pedaços.
Para tornar a bebida mais palatável, ela sugere adicionar gotas de limão ou misturar ao chá verde. Entre os efeitos associados à alicina estão o fortalecimento do sistema imunológico e a possível redução do tempo de infecção, além de benefícios para a pressão arterial.
Benefícios potenciais da alicina
A alicina é apontada como estimuladora do sistema imune e como coadjuvante na melhora da pressão arterial, quando aliado a uma alimentação equilibrada. Pesquisas apontam ainda possível impacto positivo nos níveis de colesterol e no acúmulo de gordura no fígado, embora dependam de outros fatores.
Cuidados e limitações
O consumo excessivo pode causar azia, gases e desconfortos digestivos. Grupos com coagulação sanguínea mais lenta, trombose ou pressão baixa devem buscar orientação médica antes de incorporar a bebida com regularidade. O alho não deve substituir hábitos saudáveis nem tratamento médico quando necessário.
A especialista reforça que o alho pode fazer parte de uma rotina equilibrada, desde que respeite as necessidades individuais de cada pessoa.
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