- O mercado brasileiro de ações enfrentou uma queda recente, mas as expectativas de cortes na taxa de juros e as eleições presidenciais de 2026 geram otimismo.
- O banco JPMorgan afirma que a performance negativa foi exagerada, influenciada por tarifas comerciais e o desempenho da China.
- As estrategistas Emy Shayo e Cinthya Mizuguchi consideram que o momento é favorável para compras, prevendo estabilização das tarifas e atração de capital com a flexibilização dos juros.
- A aprovação do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, aumentou cerca de 3% após uma queda no primeiro semestre.
- As eleições de 2026 estão se aproximando, com Lula possivelmente concorrendo e a direita apresentando candidatos, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.
O mercado brasileiro de ações passou por uma recente queda, mas as expectativas de cortes na taxa de juros e as eleições presidenciais de 2026 mantêm um cenário otimista. Segundo o JPMorgan, a performance negativa foi exagerada, impulsionada por tarifas comerciais, o desempenho da China e resultados corporativos.
As estrategistas Emy Shayo e Cinthya Mizuguchi destacam que, apesar da volatilidade de agosto, o momento é propício para compras. Elas acreditam que a situação das tarifas deve se estabilizar e que a flexibilização dos juros pode atrair fluxos de capital para o Brasil. O banco americano observa que, historicamente, as tarifas finais tendem a ser menores do que as propostas inicialmente.
A aprovação do presidente Lula aumentou cerca de 3% após uma queda significativa no primeiro semestre, segundo pesquisas da Quaest e AtlasIntel. O cenário político para as eleições de 2026 está se desenhando, com Lula possivelmente concorrendo e a direita apresentando candidatos, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.
Pesquisas recentes indicam que 71% da população acredita que Lula deve concorrer, embora 54% considerem que ele não deveria. Na oposição, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro surge como uma candidata viável, com 23% das intenções de voto, enquanto o governador Tarcísio aparece com 21%.
O JPMorgan também observa que, apesar dos desafios enfrentados no segundo semestre, o crescimento das empresas latino-americanas deve ser impulsionado por commodities. A expectativa é de um aumento modesto de 7% nos lucros, refletindo a resiliência do mercado brasileiro em meio a um cenário global de incertezas.
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