- Relatório Classical Pulse 2026 aponta que jovens brasileiros estão entre os mais engajados em música clássica no mundo, com 96% dos brasileiros das gerações Z e Millennial que já tiveram contato com concertos assistindo a pelo menos uma apresentação no último ano.
- O Brasil apresenta cerca de 75% dos entrevistados com algum vínculo com música clássica, seja por estudos, atuação como músicos ou por conhecer pessoas no meio.
- Entre as novidades, 30% dos jovens demonstraram maior interesse por concertos que misturam estilos, 29% preferem apresentações com efeitos visuais inovadores e 19% buscam locais não convencionais, como museus e espaços históricos.
- Redes sociais já são a principal forma de descobrir apresentações no Brasil, ao lado do México, superando o boca a boca.
- Ainda há barreiras para a participação: 42% nunca foram a um concerto por falta de eventos próximos, 24% apontam o preço do ingresso e 18% mencionam pouca familiaridade com o gênero.
O estudo Classical Pulse 2026, da série Candlelight da Fever, analisa hábitos de mais de 8 mil adultos em dez países e aponta forte engajamento de jovens brasileiros com a música clássica. Os dados mostram que, no Brasil, 96% dos brasileiros das gerações Z e Millennials que já tiveram contato com concertos assistiram a pelo menos uma apresentação no último ano.
Entre os brasileiros consultados, 75% afirmam ter algum vínculo com o universo da música clássica, seja por estudos, atuação como músicos ou por terem conhecidos envolvidos no meio. O levantamento indica mudanças de comportamento, com maior interesse por fusões de estilos (30%), apresentações com efeitos visuais (29%) e locais não tradicionais para concertos (19%).
Mudanças no modo de descoberta
O relatório aponta que redes sociais ganharam protagonismo na busca por apresentações. Brasil e México aparecem como os únicos em que plataformas digitais superam o boca a boca como principal fonte de descoberta de shows.
Barreiras à participação
A principal barreira para quem nunca foi a um concerto é a falta de eventos próximos (42%), seguida pelo preço (24%) e pela possibilidade de não conhecer o suficiente o gênero (18%).
Contexto e perspectivas
O estudo destaca que, no Brasil, a música clássica vem sendo percebida como experiência cultural e social. A gestão de accessibilidade é apontada como o principal desafio, com foco em democratizar ofertas e adaptar a experiência para atrair novos públicos.
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